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Dívida pública sobe por emissões líquidas de título e juros

A dívida pública em títulos federais aumentou 3,16% em agosto ante julho, influenciada por emissão líquida de papéis e incorporação de juros, de acordo com o Tesouro Nacional.

A parte da dívida formada por papéis da dívida interna avançou 3,10% em agosto (em comparação a julho), atingindo 2,552 trilhões de reais. Já a dívida externa subiu mais de 4,35%, encerrando agosto com estoque de 134,32 bilhões de reais — devido também a alta do dólar.

No último mês, o governo exerceu sua opção de compra do Global 40 em operação no montante de 1,156 bilhão de dólares em valor de face do papel. Considerando o estoque total, a dívida registrou emissão líquida de títulos federais de 45, 44 bilhões de reais e a incorporação de juros de 36,888 bilhões de reais.

Volatilidade

O mês de setembro está sendo marcado pelo aumento da volatilidade nos mercados, devido a uma conjunção de fatores abrangendo a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor’s de retirar o selo de bom pagador do Brasil, pela piora persistente das finanças públicas.

A tensão aumentou nos últimos dias por desconfiança de que a crise política é fator que dificulta o controle das contas públicas. Em meio a esse cenário, o Tesouro Nacional anunciou um programa de leilões extraordinários de compra e venda de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) até 2 de outubro.

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Empreendedor Magnético

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